terça-feira, 28 de outubro de 2014

dESAFIOS DA INTERNET

Desafios da Internet para os professores - Moran

Como sempre os textos do Moran são maravilhosos! 
Minha postagem de hoje é sobre "Desafios da Internet para os professores".
Confira abaixo, com os meus grifos:


Com a chegada da Internet nos defrontamos com novas possibilidades, desafios e incertezas o processo de ensino-aprendizagem.
Não podemos esperar das redes eletrônicas a solução mágica para modificar profundamente a relação pedagógica, mas vão facilitar como nunca antes a pesquisa individual e grupal, o intercâmbio de professores com professores, de alunos com alunos, de professores com alunos.
A Internet propicia a troca de experiências, de dúvidas, de materiais, as trocas pessoais, tanto de quem está perto como longe geograficamente.
A Internet pode ajudar o professor a preparar melhor a sua aula, a ampliar as formas de lecionar, a modificar o processo de avaliação e de comunicação com o aluno e com os seus colegas.
O professor vai ampliar a forma de preparar a sua aula. Pode ter acesso aos últimos artigos publicados, às notícias mais recentes sobre o tema que vai tratar, pode pedir ajuda a outros colegas - conhecidos e desconhecidos - sobre a melhor maneira de trabalhar aquele assunto com os seus estudantes. Pode ver que materiais -programas, vídeos, exercícios existem. Já é possível copiar imagens, sons, trechos de vídeos. Em pouco tempo o acesso a materiais audiovisuais será muito mais fácil. Tem tanto material disponível, que imediatamente vai aparecer se o professor está atualizado, se preparou realmente a aula (porque os alunos também têm acesso às mesmas informações, bancos de dados, etc).
O grande avanço neste campo da preparação de aula está na possibilidade de consulta a colegas conhecidos e desconhecidos, a especialistas, de perguntar e obter respostas sobre dúvidas, métodos, materiais, estratégias de ensino-aprendizagem. O papel do professor não é o de somente coletar a informação, mas de trabalhá-la, de escolhê-la, confrontando visões, metodologias e resultados.
O professor pode iniciar um assunto em sala de aula sensibilizando, criando impacto, chamando a atenção para novos dados, novos desafios.Depois, convida os alunos a fazerem suas próprias pesquisas, -individualmente e em grupo- e que procurem chegar a suas próprias sínteses. Enquanto os alunos fazem pesquisa, o professor pode ser localizado eletronicamente, para consultas, dúvidas. O professor se transforma num assessor próximo do aluno, mesmo quando não está fisicamente presente. Não interessa se o professor está na escola, em casa, ou viajando. O importante é que ele pode conectar-se com os outros e pode ser localizado, se quiser, em qualquer lugar e em qualquer momento. A aula se converte num espaço real de interação, de troca de resultados, de comparação de fontes, de enriquecimento de perspectivas, de discussão das contradições, de adaptação dos dados à realidade dos alunos. O professor não é o "informador", mas o coordenador do processo de ensino-aprendizagem. Estimula, acompanha a pesquisa, debate os resultados.
Os alunos podem fazer suas pesquisas antes da aula, preparar apresentações -individualmente e em grupo. Podem consultar colegas conhecidos ou desconhecidos, da mesma ou de outras escolas, da mesma cidade, país ou de outro país. Aumentará incrivelmente a interação com outros colegas, pesquisando os mesmos assuntos, trocando resultados, materiais, jornais, vídeos.
A motivação para a prática de línguas estrangeiras e para o aperfeiçoamento da própria se torna muito mais perceptível, porque existe real necessidade de escrever e, nos próximos anos, também de falar na mesma e em outras línguas.
Os programas de tradução nos facilitarão a comunicação com outros países, mas quem domina a língua levará muita vantagem neste intercâmbio.
A Internet será ótima para professores inquietos, atentos a novidades, que desejam atualizar-se, comunicar-se mais. Mas ela será um tormento para o professor que se acostumou a dar aula sempre da mesma forma, que fala o tempo todo na aula, que impõe um único tipo de avaliação. Esse professor provavelmente achará a Internet muito complicada - há demasiada informação disponível - ou, talvez pior, irá procurar roteiros de aula prontos -e já existem muitos - e os copiará literalmente, para aplicá-los mecanicamente na sala de aula.
Esse tipo de professor continuará limitado antes e depois da Internet, só que a sua defasagem se tornará mais perceptível. Quanto mais informação temos disponível, mais complicamos o processo de ensino-aprendizagem.
Quando podíamos escolher um único livro de texto e segui-lo capítulo a capítulo, estava claro o caminho do começo até o fim, tanto para o professor, como para o aluno, para a administração e para a família.
Agora podemos enriquecer extraordinariamente o processo, mas, ao mesmo tempo, o complicamos. Ensinar é orientar, estimular, relacionar, mais que informar. Mas só orienta aquele que conhece, que tem uma boa base teórica e que sabe comunicar-se. O professor vai ter que atualizar-se sem parar, vai precisar abrir-se para as informações que o aluno vai trazer, aprender com o aluno, interagir com ele.
A Internet não é mágica, mas as experiências que venho acompanhando na Universidade de São Paulo e o contato com professores e alunos que utilizam as redes eletrônicas no Brasil e em outros países me mostram possibilidades fascinantes de tornar o ensino e a aprendizagem processos abertos, flexíveis, inovadores, contínuos, que exigem uma excelente formação teórica e comunicacional, para navegar entre tantas e tão desencontradas idéias, visões, teorias, caminhos.
Os alunos estão prontos para a Internet. Quando podem acessá-la, vão longe. O professor vai percebendo que, aos poucos, a Internet está passando de uma palavra da moda a realidade em alguns colégios e nas suas famílias. Nestes próximos anos viveremos a interligação da Internet, com o cabo, com a televisão. Imagem, som, texto e dados se integrarão em um vasto conjunto de possibilidades. Ver-se e ouvir-se à distância se tornará corriqueiro. Pedir a um colega que dê aula comigo, mesmo que esteja em outra cidade ou país, ao vivo, será plenamente viável. As possibilidades da Internet no ensino estão apenas começando.

José Manuel Moran

Especialista em inovações na educação presencial e a distância 

Fonte: http://www.eca.usp.br/prof/moran/desaf_int.htm, visitado em 10/05/2011

eXCELENTE DICAS DE ESTUDO

Excelentes dicas: Como estudar?

Durante meus passeios pela net encontrei essa excelente matéria, de João Luís de Almeida Machado, no site CMAIS+ com ótimas dicas para a garotada melhorar seus estudos.

Ações e estratégias de trabalho que podem ajudar os alunos, em seu cotidiano, a atingir melhores resultados na escola.

Confira as dicas:
a) ORGANIZE SEUS MATERIAIS
Na véspera das aulas organize sua mochila com os materiais necessários para as atividades do dia seguinte antes de ir dormir. Livros, cadernos, estojos, réguas e materiais extras requisitados devem ser arrumados de forma antecipada para evitar peso extra na mochila e impossibilidade de participação em alguma atividade por falta de materiais.

b) MANTENHA SUA AGENDA ATUALIZADA
Anote numa agenda ou mantenha informes de compromissos escolares em uma parte específica de seu caderno para não perder prazos de entrega de tarefas, trabalhos ou participação em aulas extras, reuniões... Estas anotações devem ser compartilhadas com os pais ou responsáveis (no caso de alunos mais novos ou com maior dificuldade de organização) para que também eles saibam de seus compromissos e de sua organização.

c) FAÇA PERGUNTAS
Não entendeu? Não tenha vergonha de levantar à mão e perguntar. Pergunte na hora, peça para o professor explicar novamente. Peça exemplos que facilitem a compreensão ou então que os exercícios que geraram dúvidas sejam refeitos. Só depois que tiver certeza que entendeu é que você estará bem preparado para tarefas, exercícios em sala de aula ou provas.

d) FAÇA ANOTAÇÕES DETALHADAS
Durante as aulas faça as anotações sugeridas pelos professores e também se sinta a vontade para colocar ao lado anotações e observações adicionais nas quais sua compreensão do que está sendo explicado faça parte de seus registros.

e) ELIMINE DISTRAÇÕES
Na hora em que for estudar mantenha o foco apenas nos estudos e elimine as distrações. Não estude com música, TV ligada, telefones, computador ou qualquer outro recurso por perto que possa tirar sua atenção. No horário em que definir como período de resolução de tarefas e trabalhos ou ainda de estudo diário das matérias trabalhadas na escola faça-o em lugar tranquilo, sem movimento ou passagem de pessoas. Peça aos demais membros da família para não interromperem seus estudos.

f) TROQUE IDEIAS COM COLEGAS SOBRE OS ASSUNTOS ESTUDADOS
Seus colegas de classe elaboram também sua compreensão dos conteúdos e conceitos trabalhados em aula e, cada um faz isso de uma forma diferente, mesmo que os temas sejam iguais. Ao trocar ideias com eles o seu entendimento da matéria trabalhada pode então ser enriquecido ou facilitado.
Clique AQUI e confira a matéria na íntegra.


O QUE UM PROFESSOR PERFEITO FAZ?

O que um professor "perfeito" faz?

Descobri o artigo "Estudo mostra como os pais podem fazer dos filhos alunos brilhantes na escola" no Jornal A Gazeta, através de uma indicação do meu esposo.

Motivação para estudar começa dentro de casa, dizem especialistas na matéria.
O artigo retrata a importância da participação e motivação dos pais na vida escolar dos seus filhos.

Destaco abaixo o trecho da matéria que responde ao título desse post e que particularmente achei muito interessante para compartilhar com vocês. Uma boa oportunidade para refletirmos sobre nossa prática.
O que um professor perfeito faz:
  1. Impõe respeito na sala colocando aluno bagunceiro para ficar quieto;
  2. Interage ao invés de falar, falar e falar...
  3. Cria aulas interessantes com mídias variadas, incluindo vídeos;
  4. É descontraído e irreverente;
  5. Estimula os alunos a conseguirem bons resultados;
  6. Cobra e elogia ao mesmo tempo;
  7. Conversa e cria uma amizade com os alunos;
  8. Tem Facebook para se comunicar;
  9. Olha no olho e explica do jeito dele, sem precisar olhar muito no livro;
  10. Tem paciência para tirar dúvidas, e nunca diz: “Já expliquei isso”;
  11. Aplica provas justas aos alunos;
  12. Faz revisão antes das avaliações;
  13. Traz conteúdos além do material da escola, e dá exemplos realistas;
  14. Dá exercícios e os resolve no quadro;
  15. Orienta para profissões.
Fazendo uma busca pela net encontrei uma imagem que mostra algumas das principais competências e habilidades que um professor deve possuir:


Confira a matéria na íntegra AQUI.
Participação da minha querida amiga Cybele Meyer do Educa Já.
Fontes: 
Imagem: Google Imagens, visitado em 28/08/2013

Existe escola edeal?


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(Imagem: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo) (Imagem: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo)
Com as Diretrizes Curriculares Nacionais consolidadas de novembro de 2009 a maio de 2011, para a Educação Infantil, Educação Básica, Ensino Fundamental de nove anos e Ensino Médio, o que se podia esperar seria que a discussão sobre o Currículo ganharia corpo e a restruturação do Ensino Médio passaria do momento da estagnação para a ação.
Assim, expectativas para a aprendizagem bem sucedida estariam postas de maneira clara e precisa para as instituições de ensino. Houve, sem dúvida alguma, um belo esforço na construção das Diretrizes Curriculares com vistas a garantir um mínimo de orientações gerais para que cada sistema construa o seu currículo. Um misto de currículo prescritivo e aberto aos Sistemas, para que fosse garantida a característica regional de um país continental como o Brasil. Dessa maneira estaria assegurada a equidade nacional do que se espera de um conhecimento básico comum a todos os alunos ao término de cada ano em qualquer ponto do território nacional.
Entretanto, os cursos de formação de professores, as licenciaturas, continuaram com o mesmo descompasso com a realidade da Educação Básica. Um fosso quase que intransponível. De um lado as Diretrizes mandatórias exigiram que as escolas refizessem seus Projetos e Regimentos, do outro lado os cursos de licenciaturas longe da realidade do “chão da escola” de Educação Básica. “Chão da escola”, expressão tão batida e ao mesmo tempo ainda traz um conceito bastante preciso do fazer pedagógico no dia a dia e no interior de cada unidade de ensino.
E com um panorama pouco animador, o processo ensino/aprendizagem apresenta resultados de puro fracasso escolar. Descontados resultados pontuais caracterizados por esforços solitários.
O Ensino Médio, carregado de conteúdos, um “elefante branco” que se instalou à última etapa da Educação Básica, ainda não disse a que veio. Ensinava-se para passar no vestibular; agora é para garantir uma classificação no ENEM. E, mesmo o aluno sendo muito bom, dominando todos aqueles conteúdos, muitos deles desnecessários para essa etapa da vida escolar, está, por conta das cotas, num perigo eminente de não ser agraciado com uma aprovação vitoriosa seja no vestibular ou, ainda mais importante, para sua vida profissional futura.
Fico a me perguntar: se as Diretrizes existem para garantir a equidade nacional, para que servem as cotas? Está posto nos documentos legais que todos os estudantes têm, através de um currículo básico, igualdade de acesso ao conhecimento universalmente acumulado, o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências e habilidades.
Cotas por quê?
É preciso rever o conceito de Equidade:
Equidade é um substantivo feminino, que significa igualde, simetria, retidão, imparcialidade (para reconhecer o direito de cada um, usando a equivalência para se tornarem iguais), conformidade.
A equidade existe para adaptar as situações tornando-as mais justas. “Equidade é uma forma justa da aplicação do Direito, porque é adaptada a regra, a uma situação existente, onde são observados os critérios de igualdade e de justiça”.
Bem, partindo dessa lógica logo podemos concluir que: existem as Diretrizes Curriculares Nacionais que orientam um currículo prescritivo para que todos os alunos tenham acesso de forma harmônica e justa, em pé de igualdade, ao conhecimento universalmente acumulado, e dessa maneira também, serão estimulados a desenvolverem suas habilidades e competências de forma a se tornarem cidadãos felizes. Podemos até fazer um pequeno trocadilho: FIB (felicidade interna bruta) no lugar de PIB (produto interno bruto).
Mas, contrariando a lógica, não é essa a nossa realidade. E a educação continua patinando em um círculo vicioso tentando descobrir “se é o ovo ou a galinha que nasceu primeiro”.
Afora o tom jocoso, como descrever e acreditar na seriedade de nossos governantes quando presenciamos o descaso com que é tratada a educação nesse país? A Educação parece navegar em mares nunca dantes navegados à mercê de ventos desconhecidos que a levarão a lugar algum.
E os alunos brasileiros ainda ficam entre os piores em teste de raciocínio lógico. Um novo teste do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) avaliou habilidades cognitivas de estudantes de 44 países. O Brasil ficou apenas com a 38ª colocação. “Como entender esse fenômeno: estudantes brasileiros têm sérias dificuldades para resolver problemas de matemática aplicados à vida real”.
“Alunos de 15 anos com dificuldades para resolver problemas serão os adultos de amanhã lutando para encontrar ou manter um bom emprego”, disse Andreas Schleicher, diretor interino de Educação da OCDE. “As autoridades e educadores devem rever seus sistemas de ensino e currículos para ajudar os estudantes a desenvolver suas habilidades para resolver problemas, cada vez mais necessárias nas economias atuais”.
Estávamos falando das Diretrizes e do Currículo que foram sacramentados entre 2009 e 2011. E um projeto de Lei ainda está discutindo um novo modelo de Ensino Médio.
É isso aí. E os resultados demonstram mais uma vez o quê?
>> Artigo escrito por Fátima Chueire Hollanda, diretora da Teaching Consult e assessora pedagógica do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O SINEPE é colaborador voluntário do Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.  
>>Quer saber mais sobre educação, mídia, cidadania e leitura? Acesse nosso site! Acompa

Como usamos o espaço das midias.

(Imagem: Roberto Custódi/Jornal de Londrina) (Imagem: Roberto Custódi/Jornal de Londrina)
Partes desse texto estavam engavetadas há alguns meses. Trechos guardados porque tínhamos decidido nos calar. Porém, refletindo e relendo a partir de nossas vivências, de nosso trabalho e reelaborando nosso pensar na relação teoria e prática, resolvemos retomá-los e compartilhá-los.
Ao final, pretendemos que compreendam de onde parte o questionamento do título. Para começar vamos conhecer a defesa que o professor Marcelo Borba, da UNESP de Rio Claro, faz em relação à abordagem de “coletivos seres-humanos-com-mídias”.
Marcelo é professor de Matemática e, quando ensina no intuito de que o aluno compreenda e, consequentemente, aprenda, ele defende a utilização das tecnologias. Desde tecnologias não tão novas, como material dourado, o tangram, lápis e papel, até as chamadas novas tecnologias digitais que advêm dos tempos de telemática, da internet e que carregam conteúdos digitais como simuladores, softwares e calculadoras gráficas que nos permitem conversar, produzir e aprender em rede e em colaboração com outros. A tese do professor Marcelo é, em essência, a de que o conhecimento se estabelece a partir desse coletivo formado por seres humanos e tecnologias, ou seja, na escola por coletivos seres-humanos-com-mídias.
Pois bem, a questão de sermos coletivos seres-humanos-com-mídias quando aprendemos Matemática ou qualquer outra disciplina escolar tem sido muito debatida por pesquisadores das escolas e pela sociedade em geral. E, nós, como professoras e pesquisadoras, temos alguns indícios de que o pensamento se (re)organiza de uma forma diferenciada quando usamos tecnologias, as tais mídias -  indícios também apontados pelo pesquisador e psicólogo Oleg K. Tikhomirov.
Podemos afirmar que o uso de mídias na escola, faz com que pensemos de forma diferente. Nosso pensamento se (re)organiza a ponto de facilitar nossa compreensão e aprendizagem sobre conceitos matemáticos, deste modo, somos coletivos seres-humanos-com-mídias. Mas, de onde parte o questionamento que abre esse texto? Será que só vemos vantagens em sermos seres-humanos-com-mídias?
O questionamento surge quando saímos da escola e observamos algumas situações do cotidiano. Situações, nas quais, nós seres-humanos-com-mídias, professores e alunos, temos a capacidade de filmar, retratar, registrar e compartilhar imagens de outras pessoas em situações de risco, perigo ou felicidade e, em muitas delas, não participamos e sequer interferimos. Situações que são registradas e publicadas nas redes sociais e, logo depois, comentadas por pessoas indignadas, transbordando ira e outras coniventes. Situações em que seres-humanos-com-mídias ressignificam os rituais dos “registros na caverna” no afã de deixar sua marca ou o seu autorretrato impresso, marcado.
Nessas situações, muitas vezes descartam o espaço de dor, de luto, de alegria, de felicidade que a situação retrata. E, então nos perguntamos, mas que humanos somos?
O questionamento indignado continua quando, em tempos de eleições, lemos e assistimos os resultados, as estatísticas das ditas tendências eleitorais e atuamos como profissionais. Representações gráficas, bem como representações audiovisuais, feitas por “seres humanos-com-mídias” que são, muitas vezes, publicadas, compartilhadas e apenas revelam o uso capcioso das “mídias”. Uso que faz com que a suposta maioria, não se pergunte sequer: o que há de “verdade na realidade?”.
E então, constatamos, a escola, a sociedade, nós “seres-humanos-com-mídias”, que ainda engatinhamos, tanto na compreensão do uso dessas mídias para promover aprendizagens, quanto para convivermos em uma sociedade em rede, com características próprias e que se estabelece ancorada em redes digitais.
Estamos imersos em um universo comunicativo e tecnológico, em que as mudanças nas relações sociais são mediadas pelas práticas midiáticas. A escola, e nos atrevemos dizer, que a sociedade em rede na qual vivemos, precisam ver além dos conteúdos para, quem sabe, podermos nos tornar “seres-humanos-com-mídias” e mais humanos.
Seres-humanos-com-mídias que consigam fazer leituras que permitam perceber o uso capcioso que alguns fazem das mídias, das tecnologias. Leituras que nos permitam compreender se essas “mídias” estão a favor ou contra seres humanos, a favor ou contra quais seres humanos.
E mais uma vez indagamos: Somos coletivos seres-humanos-com-mídias, mas que humanos?
>> Escrito por Glaucia da Silva Brito e Gílian Cristina Barros. Glaucia é professora do Departamento de Comunicação Social e dos Programas de pós-graduação em Comunicação (PPGCOM) e Educação (PPGE) da Universidade Federal do Paraná – UFPR, pesquisadora em Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Gilian é professora da Rede Pública do Estado do Paraná, também pesquisadora em Tenologias na Educação e doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPR. As profissionais colaboram voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.
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A ducação é o pivor das mudanças do Brasil


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(Imagem: André Rodrigues/Gazeta do Povo) (Imagem: André Rodrigues/Gazeta do Povo)
A enorme polarização política existente no Brasil nos últimos tempos tem gerado efeitos nefastos sobre a nossa percepção da realidade. O clima de torcida em clássico de futebol que invade qualquer debate sobre os rumos de nossa sociedade impede-nos, individual e coletivamente, de compreender de forma plena as transformações e avanços que nossa sociedade tem experimentado nos últimos anos.
Um tema no qual tal polarização é particularmente prejudicial é a educação. Ainda que seja elencada nos discursos de palanque ou de mesa de bar como uma das prioridades nacionais, ignora-se na maior parte das vezes o real cenário no qual as escolas e o sistema educacional brasileiro se encontram, pois enquanto de um lado pinta-se um cenário apocalíptico, de outro se vende a ideia de que nossos seculares problemas foram sanados pela ação redentora dos ocupantes do poder. Felizmente, nossa realidade educacional é bem mais complexa do que se pinta.
Se é ingênuo imaginar que a educação brasileira vai bem, obrigado, é igualmente naïf pensar que em nada se avançou nos últimos anos. Tome-se como exemplo a questão do tempo que a criança passa dentro da escola: se ainda não atingimos aquilo que se observa nos países com bons índices educacionais (e aqui o parâmetro são os membros da OCDE), pelo menos hoje reconhecemos a necessidade de que cada criança e jovem passe mais que 4 horas por dia no ambiente escolar. Tal mudança se deu, obviamente, não apenas por obra e graça de um governo – aliás, se há um erro em nossa sociedade é achar que a educação vai mudar APENAS pela ação governamental; a pressão de pais, empregadores, professores, juntamente com alguns programas oficiais, tem feito este cenário mudar.
Dito isso, destaco um interessante caminho para as escolas públicas ampliarem o atendimento à comunidade, que é o programa federal Mais Cultura nas Escolas. Por meio de parcerias realizadas entre escolas e entidades culturais, podem ser apresentados projetos com orçamento de até R$20 mil para o desenvolvimento de atividades culturais e artísticas no âmbito escolar, exclusivamente para aquelas instituições que já participam dos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador. Com isso, espera-se que as instituições absorvam a produção cultural e artística existente no seu entorno, tornando-a um espaço de vivência da arte e da cultura.
Em 2014 o programa aprovou mais de cinco mil propostas que já estão em execução em todo o território nacional. Sabemos que, dado o gigantismo de nosso país e as profundas desigualdades existentes entre os diversos estabelecimentos de ensino, não será apenas uma iniciativa dessa natureza que resolverá todos os problemas da educação. No entanto, reconhecemos o mérito do programa ao considerar a importância da cultura para a formação dos estudantes, para a valorização dos saberes locais e, principalmente, para o protagonismo do espaço escolar nas comunidades. Em nossa visão, uma grande escola não se faz com equipamentos de última geração, fachadas espelhadas ou mármore nos banheiros; pelo contrário, de nada resolvem investimentos em estrutura física se os mesmos não forem acompanhados de uma vivência efetiva, por parte da comunidade, do dia a dia escolar e de seu reconhecimento como espaço de confluência de conhecimentos que ultrapassem o tecnicismo e o decoreba. Iniciativas como essa que levam a arte para dentro da escola, por exemplo, e induzem os gestores escolares a buscarem soluções que vão além dos governos, apontam nessa direção e fazem com que nossas crianças tenham uma vivência mais rica e mais prolongada em seu dia a dia como estudantes.
>>Christiano Ferreira é historiador e atua há mais de 10 anos no Ensino Básico e Superior como docente e gestor educacional. Atualmente coordena o Projeto Tetear, da Parabolé Educação e Cultura, que leva oficinas de arte e educação para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social na Região Metropolitana de Curitiba. O profissional colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

desejos a você

pense nisso!

“Ser professor é um privilégio...é semear em terreno sempre fértil e se encantar com a colheita... é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes" (Gabriel Chalita)

"EDUCAÇÃO: MISSÃO DE TODOS, TAREFA DE CADA UM".

Educar em Oração de Gabriel Chalita

Deus, autor da vida. Estamos juntos em oração. Juntos como determinaste. E juntos sentimos a Tua presença e consagramos esse novo ano. E juntos pedimos-Te que possamos ser fiéis à vocação que nos foi confiada. Que neste novo ano, Senhor, nos lembremos da vocação de ensinar. Que sejamos tocados pelo Teu amor, para que possamos partilhar amor. Que estejamos entusiasmados, cientes do sublime papel de tocar a alma e de ajudar o aluno a entender que vale a pena aprender, e aprender sempre, para que sejam, ao mesmo tempo, mais sábios e mais humildes.
Que neste novo ano, Senhor, os alunos estejam mais receptivos. Que se abram para a eterna novidade da vida, da amizade, do amor. Que nas salas de aula, o Teu espírito esteja presente, tocando no coração de todos nós, sem distinção. E que a carência que vem de famílias ausentes seja amenizada nestes espaços de luz. Que, neste novo ano, cada funcionário se regozije de sua missão. Que ninguém se sinta diminuído, e que o respeito seja o guia de cada relação. Que a arrogância não encontre eco nesses espaços. Que a prepotência dê lugar ao olhar singelo de todos que precisam aprender. E Tu sabes, Senhor, que todos, sem distinção, precisam aprender.
Que, nessa escola, um clima de harmonia possa reinar. Que cada canto e recanto seja abençoado. Que os acidentes sejam pequenos e não retirem o sorriso e o encanto das pessoas que aqui estão para exercitar a arte e a missão de construir a felicidade. Que sejamos todos acolhedores e nos sintamos todos acolhidos por estarmos juntos, aqui. Que os pais possam estar mais presentes. Que se lembrem de que são os primeiros educadores e que não podem re legar à escola o seu papel de condutores de toda a vida. Que os pais se amem. Que a violência não encontre guarida na casa dos nossos alunos. Que a serenidade vença a agressividade, e que o amor jamais tire folga.
Senhor, abençoa este novo ano letivo! Queremos renovar nossa fidelidade ao Teu chamado. Queremos renovar nossa disposição de viver a vida a serviço de uma grande causa, da causa do amor. E que o amor, esse sentimento divino e humano, esse sentimento que sintetiza Tua essência, nossa essência, seja a razão de estarmos aqui. Amém!
Com carinho...
Profe Janete Motta

*** Esta oração deixo como sugestão para abertura de Reunião Pedagógica ou Reunião com os Pais.

Quem gosta de viver não tem preguiça de reinventar, nem medo de ousar. Quem gosta de viver não tem medo de ternura, da gentileza, do amor. Quem gosta de viver, educa!

mensagem de natal e Ano Novo

mensagem de natal e ano novo

Pensar positivamente


O fim de ano está chegando e junto com ele  as reflexões, não se pode obter resultados diferentes,fazendo as coisas sempre do mesmo jeito.


Pensar positivamente é ver em você uma oportunidade de ensinar e aprender ao mesmo  tempo.                      A valiar é uma questão de atitude.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Participe!

A Escola Raul convida você a pensar o processo educativo,inovar e fazer a diferença em sala de aula.E assim ,construir uma educação de qualidade,pensada para o sucesso dos seus alunos.
                                                                                                       Fátima Silva beijos de Luz!!!!!!!!!!!!1

A Escola Raul


A Escola Raul.....
Vive a culturaa motivar
Da arte lançando mão
A leitura a incentivar
Com projetos em ação
Para o futuro transformar

A leitura oferece ao homem
conhecimento e emoção
Vamos juntos minha gente
Trabalhar a imaginação
Buscando nos livros
Muita alegria e animação

A leitura é uma viagem
Que tem início na infância
É uma arte necessária
De tamanha importãncia
Livrando toda essa gente
Da terrível ignorância.


Fátima silva

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Os 10 mandamentos da motivação


Mensagem de Otimismo

1. Não seja um procrastinador:
Não adie as tarefas de hoje. Também não adie suas decisões. Faça isso por você. Evite acumular afazeres, pois alguns tentam dedicar-se a muitas coisas ao mesmo tempo, além de estressante é um convite para o fracasso.

2. Comece algo e termine:
Lembro-me de uma ocasião em que passei algumas horas escrevendo um artigo e o computador ?travou?. Perdi tudo {não fiquei nada feliz}. Eu havia começado, mas o final era a minha motivação. Se você começar algo, termine, a menos que o sentimento de frustração seja bom pra você.

3. Confie em você mesmo:
Ao atender centenas de pessoas e empresas, detectei diversos casos em que sobrava capacidade, mas faltava confiança. Há ocasiões que o segredo do êxito é apenas ?confiar no seu taco? e ter ?bala na agulha?. A PNL nos ensina ao dizer que: ?Todos possuem os recursos que necessitam, basta acessá-los?. Fale em alta voz: Sim, eu posso... Eu me permito... Eu vou.

4.Valorize o que realmente importa:
Defina suas metas, suas prioridades e valores. Equilibre seu tempo, não viva só para o trabalho, por exemplo. Desfrute de momentos felizes ao lado de seus familiares. Pratique atividades físicas, leia bons livros, ouça boas músicas, exercite a sua fé.

5. Tenha grandes planos:
Você quer ser grande? Ande com os grandes! Quer ter grandes realizações e sucesso? Tenha objetivos e metas, e corra atrás... Não seja medíocre!

6. Agradeça sempre:
Pense nisso: ?Sempre reclamei dos meus sapatos, até que um dia, ao dobrar uma esquina, avistei um homem sentado sem os dois pés.? Reveja seus conceitos de necessidades.

7. Ame-se MUITO:
O maior amor que podemos sentir é o amor próprio. Este sentimento profundo a cerca de nós mesmos nos fará amar incondicionalmente o próximo e o Arquiteto do Universo. Quando temos uma boa autoestima nossos relacionamentos são mais saudáveis.

8. Não tenha medo de fracassar:
O fracasso é uma ação, não é uma pessoa... É apenas uma oportunidade de fazer diferente, de recomeçar de outra forma, portanto, mesmo que você caia, levante-se com classe, e saiba que os tombos te ensinarão novas manobras.

9. Seja disciplinado:
Nem sempre é possível fazer o que se quer. Nem todos ganham o quanto gostariam ou fazem o que sabem e/ou amam. Disciplina é plantar pra colher, só que o plantio é árduo. A disciplina transformou um camelô num dos maiores empreendedores do mundo.

10. Persista, persista, persista...
Olhe para seu alvo, fixe os olhos nele e prossiga até tocá-lo. Será fácil? É bem provável que não, mas ainda que você seja surrado, não seja nocauteado. Fomos criados para sonhar e são eles {os sonhos} que abastecem a nossa alma. Não venda os seus sonhos, não desista deles, não deixem roubá-lo de você.

Exaltação de Aninha (O Professor)

Professor, “sois o sal da terra e a luz do mundo”.
Sem vós tudo seria baço e a terra escura.
Professor, faze de tua cadeira,
a cátedra de um mestre.
Se souberes elevar teu magistério,
ele te elevará à magnificência.
Tu és um jovem, sê, com o tempo e competência,
um excelente mestre.
Meu jovem Professor, quem mais ensina e quem mais aprende?
O professor ou o aluno?
De quem maior responsabilidade na classe,
do professor ou do aluno?
Professor, sê um mestre. Há uma diferença sutil
entre este e aquele.
Este leciona e vai prestes a outros afazeres.
Aquele mestreia e ajuda seus discípulos.
O professor tem uma tabela a que se apega.
O mestre excede a qualquer tabela e é sempre um mestre.
Feliz é o professor que aprende ensinando.
A criatura humana pode ter qualidades e faculdades.
Podemos aperfeiçoar as duas.
A mais importante faculdade de quem ensina
é a sua ascendência sobre a classe
Ascendência é uma irradiação magnética, dominadora
que se impõe sem palavras ou gestos,
sem criar atritos, ordem e aproveitamento.
É uma força sensível que emana da personalidade
e a faz querida e respeitada, aceita.
Pode ser consciente, pode ser desenvolvida na escola,
no lar, no trabalho e na sociedade.
Um poder condutor sobre o auditório, filhos, dependentes, alunos.
É tranqüila e atuante. É um alto comando obscuro
e sempre presente. É a marca dos líderes.
A estrada da vida é uma reta marcada de encruzilhadas.
Caminhos certos e errados, encontros e desencontros
do começo ao fim.
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
O melhor professor nem sempre é o de mais saber,
é sim aquele que, modesto, tem a faculdade de transferir
e manter o respeito e a disciplina da classe.


       

Reflexão: A verdadeira riqueza

Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para
viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais
que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo…
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí, filhão, como foi a viagem para você ?
- Muito boa, papai.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza ?
- Sim pai! Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu, com tudo o que viu naquele lugar tão paupérrimo ?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes
e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves
que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição,
enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar,
eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto,
deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres!

Não é o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então… Você tem tudo!



Reflexão: A Amizade

A amizade é um amor que nunca morre.
A amizade é uma virtude que muitos sabem que existe,
alguns descobrem, mas poucos reconhecem.
A amizade quando é sincera o esquecimento é impossível
A confiança, tal como a arte, não deriva de termos resposta para tudo, mas,
de estarmos abertos a todas as perguntas.
A dor alimenta a coragem. Você não pode ser corajoso se só aconteceram
coisas maravilhosas com você.
A esperança é um empréstimo pedido à felicidade.
A felicidade não é um prêmio, e sim uma conseqüência,
a solidão não é um castigo, e sim um resultado.
A felicidade não está no fim da jornada, e sim em cada curva do caminho que
percorremos para encontrá-la.
A gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente logo enxerga.
A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.
A infelicidade tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.
A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar.
A maior fraqueza de uma pessoa é trocar aquilo que ela mais deseja na vida, por aquilo que ele deseja no momento.
A persistência é o caminho do êxito.
A pior solidão é aquela que se sente na companhia de outros.
A SOLIDÃO É UMA GOTA NO OCEANO QUE SÓ OLHA PARA SI MESMA… UMA GOTA QUE NÃO SABE QUE É OCEANO…
Amigos são a outra parte do oceano que a gota procura…
A tua única obrigação durante toda a tua existência
é seres verdadeiro para contigo próprio.
A verdadeira amizade deixa marcas positivas que o tempo jamais poderá apagar.
A verdadeira amizade é aquela que não pede nada em troca, a não ser a própria amiga.
A verdadeira generosidade é fazer alguma coisa de bom por alguém
que nunca vai descobrir.
A verdadeira liberdade é poder tudo sobre si.
Algumas pessoas acham-se cultas porque comparam sua ignorância com as dos outros.
Amigo de verdade é aquele que transforma um pequeno momento em um grande instante.
Amigo é a luz que não deixa a vida escurecer.
Amigo é aquele que conhece todos os seus segredos e mesmo assim gosta de você!
Amigo é aquele que nos faz sentir melhor e sobre tudo nos faz sentir amados…
Amigo é aquele que, a cada vez, nos faz entrever
a meta e que percorre conosco um trecho do caminho
Amigos são como flores cada um tem o seu encanto por isso cultive-os.
Amizade é como música: duas cordas afinadas no mesmo tom, vibram juntas…
Amizade, palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada por meras coisas materiais… Deve ser guardada e conservada no coração!!!
As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.
Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas,
dando-lhes sempre algum significado.
Diante de um obstáculo não cruzes os braços, pois o maior
homem do mundo morreu de braços abertos.
Elogie os amigos em público, critique em particular.
Errar é humano, perdoar é divino.
Evitar a felicidade com medo que ela acabe; é o melhor meio de ser infeliz.
Faça amizade com a bondade das pessoas, nunca com seus bens!
Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.
Érico Veríssimo




Reflexão: Viver sem medo de errar!!!

PRIMEIROS PASSOS
Descobri que por mais que eu busque sempre fazer a coisa certa ,sempre vou errar!!!
Sei que não teria sentido a vida se não existissem também os erros.
De que valeria viver sem existir o risco de cometer erros?! Não teria muito sentido não, porém…buscamos a perfeição, queremos tudo que é certo, fazer o certo, ser a pessoa certa, ter as coisas certas, mas pra isso, sempre erramos, cometemos falhas, falamos coisas na hora imprópria, chegamos muitas vezes atrasados, falamos sobre um assunto que não era conveniente na ocasião, olhamos indiscretamente quando não era pra olhar, rimos numa reunião seríssima, erramos até mesmo quando fazemos juras de amor…nossa!!! esses erros são os melhores. Digo isso porque são erros que cometemos com mais freqüência, e se depender de mim, vou errar nisso sempre, porque não faço jura de mentira, sempre que as fiz foi pra valer, se errei , e eu sei que errei foi coisa do destino, não foi culpa só minha, circunstâncias me fizeram esquecer tais juras, tais amores, e muitas coisas que eu jurei ser pra sempre…
Nada é pra sempre, durante minha vida inteira vou mudar meus pensamentos, vou falar coisas que eu mesma vou me surpreender depois, vou chorar por coisas pequenas , vou gritar de alegria, vou rir de nervosa, vou dormir vendo filme, vou comer mais por ansiedade e perder o apetite quando estiver apaixonada, fumar um maço de cigarro enquanto espero um telefonema, tomar uma garrafa de vinho quando estiver em boa companhia, vou cochilar no sofá depois de ouvir minha música preferida no rádio, vou mandar flores e demonstrar meu amor, vou sorrir pra não chorar, vou pedir teu abraço, vou roubar um beijo, dizer sempre o que estou sentindo, e sentir sempre da maneira mais pura, vou vigiar, vou ter cuidados , sentir ciúmes, abraçar forte, fingir que não notei quando você fizer alguma coisa errada pra que não fique constrangido, mas com o tempo conseguir te ajudar com isso, que quando erre não fique sem jeito, mas que seja um motivo a mais para outra boa conversa entre nós. Vou fazer loucuras, vou esquecer da última briga, vou ligar após uma discussão, vou fazer surpresas, vou ficar sozinha por um tempo, vou jurar nunca mais dizer “eu te amo” , mas… vou acordar de bom humor, vou abrir as cortinas e receber o sol, colocar uma roupa linda, vou olhar pro espelho, e ver meu sorriso, ver o brilho nos meus olhos, vou sair sem rumo e no meio do caminho ter a grande idéia de tomar café com você.
Vou tentar ser feliz mais uma vez…vou jurar que dessa vez não erro mais, mesmo sabendo que isso é impossível, vou então tentar ser feliz, te fazer feliz…
Vou acreditar no amor, vou confiar no destino …vou viver!!!
Dani Z

segunda-feira, 5 de novembro de 2012


Natal de amor


Mensagem de Natal

Natal é a presença de Jesus em nossos corações,

não só representa a fé, mas a vida,

O nascimento do Filho de Deus!

A consciência de família, amor, paz, felicidade!

Que o sentido do Natal esteja sempre presente em nosso dia a dia

e que a esperança seja um objetivo concretizado…

Que a luz do Menino Jesus percorra cada lar

trazendo alegria aos nossos corações.

Que a Fraternidade Universal seja nossa meta e

que haja somente amor em meio a tempos difíceis,

assim encontraremos a Paz tão almejada!

O Natal do Amor é a fé e esperança renascida nos olhos de uma criança!

”Feliz Natal“





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